É também de momentos como este que uma comunidade vive!
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Descamisada tradicicional
É também de momentos como este que uma comunidade vive!
domingo, 29 de setembro de 2013
Encontro Diocesano de Catequistas
Decorreu na tarde de ontem mais um Encontro Diocesano de Catequistas este ano sob o tema "Educar para o sentido cristão do matrimónio e da família: uma afirmação de esperança em tempos conturbados", com a presença do Doutor José Eduardo Borges de Pinho, que, durante cerca de duas horas, falou a uma sala cheia, na "proposta cristã do matrimónio e da família no contexto actual" e nas "interpelações "a tarefa evangelizadora e catequética da Igreja".
Mudanças
"A vida é composta de mudança" disse o poeta, e foi o que vivemos nos últimos tempos: despedimo-nos do Pe. Jorge Oliveira, que connosco partilhou a sua vida, o seu saber e a sua fé durante dois anos, a quem agradecemos e desejamos a maior das felicidades na caminhada futura...
... e acolhemos o Pe. André Batista, a quem igualmente agradecemos e desejamos que aqui connosco se sinta "em casa"
... e acolhemos o Pe. André Batista, a quem igualmente agradecemos e desejamos que aqui connosco se sinta "em casa"
terça-feira, 3 de setembro de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Final do ano pastoral - avaliação
Em final de mais um ano pastoral, olhando para trás, não posso deixar de me sentir satisfeita: no que à catequese diz respeito, foi um excelente ano, na minha opinião!
Foi um ano intenso, com várias actividades marcantes neste que foi o Ano da Fé. Relembro a Semana da Bíblia que, apesar da pouca adesão da comunidade, foi muito bem organizada e enriquecedora para quem participou; a visita pastoral do nosso bispo com a Festa do Acolhimento e os encontros com as crianças e adolescentes da catequese; a peregrinação a Santiago onde vivemos momentos únicos de camaradagem e de oração; os Encontros de Pais que mesmo não sendo muito participados, foram excelentes momentos de oração, meditação, partilha e convívio; o Retiro Popular, dinamizado pela Catequese; a actividade da catequese na Festa Diocesana da Fé, "Na Pegada da Fé", em cuja organização a nossa paróquia esteve envolvida e que foi talvez o ponto alto do ano, pelo envolvimento que conseguimos da parte dos catequistas, da equipa de pais e do grande grupo de pais que se disponibilizou para ajudar.
Foram muitos os momentos em que soubemos ser um GRUPO e que provámos que juntos podemos fazer tudo o que quisermos.
E deu frutos?
Quero acreditar que sim! O facto de ao terminaarmos o ano já termos o grupo completo para o próximo ano, é disso prova.
Melhorou o modo como fazemos catequese? Também penso que sim.
Ficámos subitamente sem ensaiador do Grupo Coral da Catequese, numa tentativa (vã) de que a catequese resolvesse problemas a que era alheia: se a dois dias de uma missa onde iriam cantar ficassem sem o organista, a responsável [eu] teria de fazer com que fossem satisfeitas as pretensões daquele perante a paróquia. Não o fiz e resolvemos a situação contratando a Regina, que tem feito maravilhas com o grupo, com quem criou de imediato um empatia fantástica. Ganhámos com a troca, por isso agradeço a quem nos quis tramar.
Em todos os momentos, em todas as actividades tivemos o apoio e a colaboração do Pe. Jorge. É por isso com pena que recebemos a notícia de que nos ia abandonar. É a única núvem negra num ano que correu bem.
Foi um ano intenso, com várias actividades marcantes neste que foi o Ano da Fé. Relembro a Semana da Bíblia que, apesar da pouca adesão da comunidade, foi muito bem organizada e enriquecedora para quem participou; a visita pastoral do nosso bispo com a Festa do Acolhimento e os encontros com as crianças e adolescentes da catequese; a peregrinação a Santiago onde vivemos momentos únicos de camaradagem e de oração; os Encontros de Pais que mesmo não sendo muito participados, foram excelentes momentos de oração, meditação, partilha e convívio; o Retiro Popular, dinamizado pela Catequese; a actividade da catequese na Festa Diocesana da Fé, "Na Pegada da Fé", em cuja organização a nossa paróquia esteve envolvida e que foi talvez o ponto alto do ano, pelo envolvimento que conseguimos da parte dos catequistas, da equipa de pais e do grande grupo de pais que se disponibilizou para ajudar.
Foram muitos os momentos em que soubemos ser um GRUPO e que provámos que juntos podemos fazer tudo o que quisermos.
E deu frutos?
Quero acreditar que sim! O facto de ao terminaarmos o ano já termos o grupo completo para o próximo ano, é disso prova.
Melhorou o modo como fazemos catequese? Também penso que sim.
Ficámos subitamente sem ensaiador do Grupo Coral da Catequese, numa tentativa (vã) de que a catequese resolvesse problemas a que era alheia: se a dois dias de uma missa onde iriam cantar ficassem sem o organista, a responsável [eu] teria de fazer com que fossem satisfeitas as pretensões daquele perante a paróquia. Não o fiz e resolvemos a situação contratando a Regina, que tem feito maravilhas com o grupo, com quem criou de imediato um empatia fantástica. Ganhámos com a troca, por isso agradeço a quem nos quis tramar.
Em todos os momentos, em todas as actividades tivemos o apoio e a colaboração do Pe. Jorge. É por isso com pena que recebemos a notícia de que nos ia abandonar. É a única núvem negra num ano que correu bem.
Ainda o encerramento do ano pastoral...
Ao
encerrarmos mais um ano pastoral tenho uma desagradável sensação de “dejá vu”.
Não porque o fazemos no mesmo local há alguns anos, porque acho perfeito este modo de encerrar o ano,
mas porque volta a ter este ano, um amargo sabor a despedida.
Vindo
da Congregação dos Missionários Combonianos do Coração de Jesus, o Pe. Jorge
quis fazer uma experiência de paroquialidade na nossa diocese. Apresentou-se
aqui na paróquia há cerca de dois anos, com a simplicidade e a humildade que
entretanto lhe fomos conhecendo, reconhecendo a sua inexperiência e pedindo a
nossa ajuda. Não sei quais as expectativas que então trazia, mas acredito que a
perspectiva de uma paróquia aparentemente bem organizada, parecesse um desafio
fácil de superar, que pudesse criar a vontade de continuar como padre
diocesano, abandonando a Congregação de origem, após os três anos de
experiência que lhe foram concedidos.
Não
foi o que aconteceu! Se gerir uma
paróquia não é de todo fácil, gerir duas parece ter complicado as coisas. Acrescentemos-lhe
os conflitos sempre latentes entre as pessoas, geradoras de divisões pouco
saudáveis numa comunidade cristã, e eis criadas as condições para que o Pe.
Jorge decidisse não continuar a experiência. Frustrámos-lhe as expectativas! Pessoalmente lamento esta decisão (e creio que muitos
partilham esta minha opinião). O Pe. Jorge, poderá não ser um bom gestor
paroquial, mas é, sem dívida, um excelente padre, com tudo aquilo que eu
entendo que um padre deve ser: um homem ao serviço da fé, que a testemunha e transmite
como poucos. E é de padres assim que a Igreja precisa actualmente. E é este
padre que nós não soubemos manter.
Mas
acredito que nem só de momentos tristes foi composta a sua breve passagem entre
nós. Houve certamente muitos momentos felizes. E é um pouco desses momentos que
a Catequese Paroquial pretende que recorde em tempos futuros, nesta singela
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